Cauê acorda no meio de uma práia desconhecida, desnorteado e e todo encharcado, ele se levanta assustado enquanto lembra do céu fechado com chuva forte, trovões e um mar agitado. Felizmente ele estava em terra firme, e a tempestade que afundou o barco há alguns minutos não pode ser vista no céu. Ele procura pelos seus companheiros de viagem que estavam no barco, depois de andar um pouco ele consegue ver um corpo deitado na praia em meio a sugeira.
Quando Cauê viu Keli, juntou forças para ir mais rápido em sua direção, ele estava ofegante e ficou aliviado quando a moça desacordada tossiu e abriu os olhos. Ele ficou aliviado quando viu que ela estava bem, mas logo se preocupou quando lembrou de seu pai. Ele falou que procuraria os outros enquanto se pos de pé, e sem pensar muito sobre o assunto continuou caminhando pela práia. A partir desta parte, a praia era mais limpa sem restos de vegetação ou as recentes partes do barco. Logo ele viu mais dois corpos.
Cauê já estava pensando sobre a prais e sobre onde estaria seu pai. Quando viu os dois corpos na praia sendo tocados pelas leves ondas do mar, logo persebeu que eram Tania e Ynes. Ele falou para Keli ir até as duas, pois pensou que seu pai estava para trás, pois as ondas não traziam muita coisa para esta parte da praia. Ela acordou sua irmã e a amiga Ynes, e Caue já estava desfazendo o caminho que fez para procurar seu pai.
Depois de poucos minutos, ele percebeu que seu pai foi mais esperto que ele. Junto de muitas pegadas seu pai fez uma grande ceta no chão com algas e mais areia. Seu pai tinha escolhido andar para o lado oposto para procura-los, mas deixou uma marca no chão para indicar isto. Não demorou muito e eles se veiram na praia, seu pai já estava voltando depois de fazer outra marca no chão.
Depois de uma tarde incomum, eles estavam juntos sentados na praia pensando no que fazer. Um deles falou para procurarem por ajuda enquanto ainda tinha luz do Sol. Eles se dividiram para procurar um lugar para ir, e logo descobrem uma trilha que levava para dentro da vegetação costeira. logo acharam um lugar para improvisar abrigo e decidiram ficar ali naquela noite.
Gleidson Quadrinhos
sábado, 24 de novembro de 2012
Triângulo das Bermudas: Prólogo
Na região conecida como Triângulo das Bermudas, cinco braasileiros estão em um modesto barco de passeio. Tania, em parceiria com Cairu, é dona de empresa de viagens turisticas. Os dois estão viajando para conhecer a região como turistas e vendo a possibilade de ganhar dinheiro com turismo na nesta região. Juntos deles estão Cauê, o filho de Cairu, Keli, a irmã de Tania e Ynes, amiga de Tania.
Cairu pilotava o barco, e como não era muito experiente com navegação na região, não percebeu a tempestade chegando. Também por conta de sua inexperiencia, mas principalmente pela formça da tempestade, ele não consegue controlar o barco e ir para terra firme. Eles naufragam.
O dia está claro e nem parece que há alguns minutos eles estavam em meio a uma tempestade, e todos foram jogados pelas ondas numa praia junto de partes do barco.
Cairu pilotava o barco, e como não era muito experiente com navegação na região, não percebeu a tempestade chegando. Também por conta de sua inexperiencia, mas principalmente pela formça da tempestade, ele não consegue controlar o barco e ir para terra firme. Eles naufragam.
O dia está claro e nem parece que há alguns minutos eles estavam em meio a uma tempestade, e todos foram jogados pelas ondas numa praia junto de partes do barco.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Projeto Enciclopéida
O projeto enciclopédia tem como objetivo preparar a raça humana para possíveis
e improváveis desastres que possam destruir grande parte do conhecimento e
tecnologia construídos. A preparação seria uma possibilidade manter parte da
cultura, ciência e tecnologia humana, de maneira que pudesse ser recuperada em
poucas gerações. O meio para isto é construir uma série de livros com
informações sobre a tecnologia em vários níveis, conhecimentos científicos e
culturais, por isso o nome "enciclopédia". Estes livros permitiriam
que apenas com o conhecimento da leitura e lembranças do mundo antes da
grande mudança seriam capazes de aproveitar dos anos de desenvolvimento humano
nesta nova reconstrução.
Os livros seriam construídos com a mais moderna tecnologia disponível na terra para criar um livro resistente há vários ambientes e condições. Cada livro terá um nome simples e objetivo e uma numeração. O nome servirá para descrever de maneira geral os conhecimentos encontrados no livro. Livros com conhecimentos tecnológicos básicos como lapidação de pedras, e criação básica de fogo devem ter a numeração "1" (ou "I", ou "A") e livros com tecnologias que precisem de fogo ou laminas a numeração "2", nas primeiras páginas devem estar escritas quais enciclopédias são necessárias para total apreciação deteste volume.
As enciclopédias poderão ser usadas em caso de fenômenos naturais ou não que impossibilitem a continuidade total das construções culturais, cientifica e tecnológicas. Poderão ser usados em escala global ou local, caso alguma região se torne inabitável ou inacessível ao resto dos humanos no planeta. Ela também poderá ser usada durante viagens interplanetárias em caso de impossibilidade da tripulação volta à Terra, mas com possibilidade de permanência da espécie neste lugar. Também poderão ser usadas sem que algo que possa ser chamado de desastre tenha acontecido, seria interessante que as enciclopédias fossem distribuídas em grande escala e em vários lugares, torna-la um livro comercial ajudará na sua distribuição estratégia e na manutenção do projeto.
Cada volume deverá ser escrito em apenas um idioma, porém nas suas páginas iniciais existirá uma página com escritas em varias línguas, entre elas: línguas de proximidade linguística com a língua principal do livro; línguas em que seus falantes tenham provável proximidade geográfica ou cultural com os falantes da língua principal; e línguas com grande probabilidade de serem conhecidas por alguém alfabetizado que não saiba ler a língua principal do livro. Nesta página, deverão conter em cada uma das línguas: o titulo do livro; os livros necessários para uso total destes conhecimentos e o assunto geral deste livro.
Os livros do Projeto Enciclopédia serão livros de grande utilidade para os humanos durante os dias comuns e também em dias de grande necessidade de conhecimentos específicos. A humanidade existe a tanto tempo que não podemos arriscar que conhecimentos que conquistamos ao longo de centenas de gerações se perca de uma geração para outra, ou se perca para uns de nossa própria geração.
Os livros seriam construídos com a mais moderna tecnologia disponível na terra para criar um livro resistente há vários ambientes e condições. Cada livro terá um nome simples e objetivo e uma numeração. O nome servirá para descrever de maneira geral os conhecimentos encontrados no livro. Livros com conhecimentos tecnológicos básicos como lapidação de pedras, e criação básica de fogo devem ter a numeração "1" (ou "I", ou "A") e livros com tecnologias que precisem de fogo ou laminas a numeração "2", nas primeiras páginas devem estar escritas quais enciclopédias são necessárias para total apreciação deteste volume.
As enciclopédias poderão ser usadas em caso de fenômenos naturais ou não que impossibilitem a continuidade total das construções culturais, cientifica e tecnológicas. Poderão ser usados em escala global ou local, caso alguma região se torne inabitável ou inacessível ao resto dos humanos no planeta. Ela também poderá ser usada durante viagens interplanetárias em caso de impossibilidade da tripulação volta à Terra, mas com possibilidade de permanência da espécie neste lugar. Também poderão ser usadas sem que algo que possa ser chamado de desastre tenha acontecido, seria interessante que as enciclopédias fossem distribuídas em grande escala e em vários lugares, torna-la um livro comercial ajudará na sua distribuição estratégia e na manutenção do projeto.
Cada volume deverá ser escrito em apenas um idioma, porém nas suas páginas iniciais existirá uma página com escritas em varias línguas, entre elas: línguas de proximidade linguística com a língua principal do livro; línguas em que seus falantes tenham provável proximidade geográfica ou cultural com os falantes da língua principal; e línguas com grande probabilidade de serem conhecidas por alguém alfabetizado que não saiba ler a língua principal do livro. Nesta página, deverão conter em cada uma das línguas: o titulo do livro; os livros necessários para uso total destes conhecimentos e o assunto geral deste livro.
Os livros do Projeto Enciclopédia serão livros de grande utilidade para os humanos durante os dias comuns e também em dias de grande necessidade de conhecimentos específicos. A humanidade existe a tanto tempo que não podemos arriscar que conhecimentos que conquistamos ao longo de centenas de gerações se perca de uma geração para outra, ou se perca para uns de nossa própria geração.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Caçador de lobisomens
Esta é a história de um lobisomem e sua cidade, eu não conheci muitos
lobisomens, mas uma coisa eu sei que é verdade: eles nem sempre são mals, e
para minha infelicidade, nem sempre são bons. Na cidade em que eu cresci
existia um lobisomem, e foi por conta dele que decidi dedicar minha vida a
caça-los, mas este tinha algo de especial, ele era mais humano que lobo. Não
digo que ele usava roupas ou tinha piedade de suas vitimas, a única coisa de
humano que este tinha era sua inteligência e malicia que um animal não tem.
Fui para esta pequena cidade verificar se as historias que ouvi dela eram reais ou contos de fada. Como sempre faço em minhas caçadas, eu conheço a cidade antes de mostrar que sou um caçador, desta vez me mostrei como um vendedor de moveis, mas geralmente finjo ser um fabricante de bebidas. A história é sempre a mesma, digo estar interessado em ganhar a vida na cidade e quero saber se me mudo para ela ou tento a sorte em outra. Pelo meu procedimento padrão, fico uns meses esperando as informações chegarem e se não chegarem me mostro como um caçador e tento busca-lo diretamente e para minha sorte as informações vieram.
Não demorou muito, em um mês sujeito afirmou ter visto o lobisomem e cheguei nele com o pretexto de vender moveis. Ele não conseguiu ver bem o bixo, mas consegui descobrir que poderia ser real, a descrição da lua cheia e um animal que andava de quatro patas levantando eram indícios fortes. Outras pessoas afirmavam terem visto eles, e para minha sorte, uma destas pessoas precisava de uma mesa nova.
Eu já estava acumulando muitas despesas e pensando em quebrar o disfarce quando algo aconteceu: numa noite de lua cheia, um jovem foi encontrado morto numa rua atrás do cemitério. Ele tinha marcas de aranhados e mordidas, pareciam mordidas humanos, mas um especialista como eu percebeu que eram profundas demais para um humano, não pude ver muito para parecer apenas uma curiosidade, mas soube que este lobisomem é do tipo que morde e arranha, agora sabia que era alguém com unhas não cortadas. Para não quebrar meu disfarce, fiz uma confissão ao padre de deixei que ele contasse à cidade que um caçador de lobisomens estava na cidade.
A noticia logo se espalhou, e a cidade já estava planejando como ajudar este desconhecido. Eu claro pensava num pagamento generoso e ajuda com informações, o resta faria só. Como de costumo, vi que não mostrar quem eu era foi de grande importância. Na lua cheia seguinte ao meu anuncio, um coroinha da igreja foi morto pelo lobisomem, e com seu sangue ele escreveu "vá embora". Como pedi ao padre, fizeram com que todas as pessoas passassem pelo local para ver o corpo, assim podia ter informações sem quebrar o disfarce. Percebi novamente cortes de garras, mas desta vez sem mordidas.
Esta foi a primeira vez que vi um lobisomem que sabia escrever. Até então achei ser impossível usar a inteligência em meio as ira e fúria instintiva de um lobo. Em vez de medo em poder ser descoberto minha vontade de caça-lo apenas cresceu, e ainda mais com as outras coisas...
Fui para esta pequena cidade verificar se as historias que ouvi dela eram reais ou contos de fada. Como sempre faço em minhas caçadas, eu conheço a cidade antes de mostrar que sou um caçador, desta vez me mostrei como um vendedor de moveis, mas geralmente finjo ser um fabricante de bebidas. A história é sempre a mesma, digo estar interessado em ganhar a vida na cidade e quero saber se me mudo para ela ou tento a sorte em outra. Pelo meu procedimento padrão, fico uns meses esperando as informações chegarem e se não chegarem me mostro como um caçador e tento busca-lo diretamente e para minha sorte as informações vieram.
Não demorou muito, em um mês sujeito afirmou ter visto o lobisomem e cheguei nele com o pretexto de vender moveis. Ele não conseguiu ver bem o bixo, mas consegui descobrir que poderia ser real, a descrição da lua cheia e um animal que andava de quatro patas levantando eram indícios fortes. Outras pessoas afirmavam terem visto eles, e para minha sorte, uma destas pessoas precisava de uma mesa nova.
Eu já estava acumulando muitas despesas e pensando em quebrar o disfarce quando algo aconteceu: numa noite de lua cheia, um jovem foi encontrado morto numa rua atrás do cemitério. Ele tinha marcas de aranhados e mordidas, pareciam mordidas humanos, mas um especialista como eu percebeu que eram profundas demais para um humano, não pude ver muito para parecer apenas uma curiosidade, mas soube que este lobisomem é do tipo que morde e arranha, agora sabia que era alguém com unhas não cortadas. Para não quebrar meu disfarce, fiz uma confissão ao padre de deixei que ele contasse à cidade que um caçador de lobisomens estava na cidade.
A noticia logo se espalhou, e a cidade já estava planejando como ajudar este desconhecido. Eu claro pensava num pagamento generoso e ajuda com informações, o resta faria só. Como de costumo, vi que não mostrar quem eu era foi de grande importância. Na lua cheia seguinte ao meu anuncio, um coroinha da igreja foi morto pelo lobisomem, e com seu sangue ele escreveu "vá embora". Como pedi ao padre, fizeram com que todas as pessoas passassem pelo local para ver o corpo, assim podia ter informações sem quebrar o disfarce. Percebi novamente cortes de garras, mas desta vez sem mordidas.
Esta foi a primeira vez que vi um lobisomem que sabia escrever. Até então achei ser impossível usar a inteligência em meio as ira e fúria instintiva de um lobo. Em vez de medo em poder ser descoberto minha vontade de caça-lo apenas cresceu, e ainda mais com as outras coisas...
sábado, 30 de julho de 2011
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